domingo, 12 de maio de 2013
sábado, 11 de maio de 2013
Queres ser meu amigo na vida real?
Há dias uma amiga minha contava com alguma irritação um episódio que protagonizara num jantar em casa de um casal amigo há pouco tempo atrás.
Depois da refeição, um deles tinha-se sentado no computador, e o outro agarra-se ao telemóvel. Ambos estavam a ver o facebook, enquanto ela tentava puxar conversa.
Já meio irritada com a situação sugeriu ir para casa, ligar-se à internet, e conversarem todos a partir do chat, podia ser que assim conseguissem manter um diálogo!!...
Hoje há o conceito do “amigo no facebook”, e onde é que param os amigos da vida real? O som de uma gargalhada não é comparável a um “lol”, a troca de um olhar, uma pisadela debaixo da mesa para alguém não fazer um comentário inconveniente, um elogio, ou uma crítica têm um som tão mais humano e intenso que uma mensagem.
Há tempos num jantar brincava com um amigo meu, que se me fosse buscar uma garrafa de água podíamos ser amigos na vida real. Claro que o comentário deu azo a uma filosófica conversa. Alguns deles admitiam ter andado a fazer uma limpeza de “amigos”, quando chegaram à conclusão que passavam por essas pessoas na rua e nem lhes falavam, enquanto mostravam uma profunda irritação por serem identificados em fotos por pessoas que nem estavam nessas fotos.
Sem dúvida que as redes sociais têm virtualidades, potenciam que as pessoas partilhem, dentro dos limites que cada um institui como sendo os seus limites de partilha e de reserva da vida privada e da intimidade…
Quando as redes sociais deixam de ser o acessório para se tornarem no essencial, somos invadidos por uma questão: “mas até que ponto não andará meio mundo a perder a capacidade de se relacionar enquanto ser verdadeiramente social?”
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Um pensamento de José Martí
"O amor... nasce com o prazer de olharmos um para o outro,
alimenta-se da necessidade de nos vermos um ao outro,
completa-se com a impossibilidade da separação."
José Martí (1853-1895)
alimenta-se da necessidade de nos vermos um ao outro,
completa-se com a impossibilidade da separação."
José Martí (1853-1895)
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Desafio Doce e Gelado * 4 * Corneto, Pop Corn
Gelado nº4
Corneto, Pop Corn, Gelado com sabor a Pipocas
Não será o mesmo que degustar um pacote de pipocas no cinema, mas é agradável!
Ps. Por este andar chego ao final do desafio com mais 10kg
sábado, 4 de maio de 2013
domingo, 28 de abril de 2013
Um pensamento de Anais Nin
"Não vemos as coisas como são: vemos as coisas como somos".
Anais Nin (1903-1977)
Anais Nin (1903-1977)
quinta-feira, 25 de abril de 2013
A insustentável leveza do ser…

Como é que um autor cria um romance? Dei por mim a pensar nisto ao ler uma página da insustentável leveza do ser. Acho que foi a segunda vez que abri a boca de espanto envolvida numa história. Recordo-me perfeitamente da primeira, quando no ensaio sobre a cegueira a personagem ficou cega parada num semáforo.
Desta vez sai de imediato da história e dei por mim a imaginar Milan Kundera a escrever a cena: “Pôs-se a recuar a toda a velocidade no arrozal. Calcou uma mina. Ouviu-se uma explosão e o seu corpo desfeito em pedaços voou pelos ares, aspergindo uma chuvada de sangue a intelligentsia internacional”.
Vi-o freneticamente a bater as teclas de uma pesada máquina de escrever, envolto na penumbra de uma luz amarela, durante a noite, com uma nuvem de fumo em redor da cabeça, enquanto criava e materializava uma cena tão real no seu imaginário como na vida das suas pessoas. Matou nessa noite aquele “fotógrafo” com a mesma leveza com que as outras personagens da cena seguiram o seu caminho e “voltaram a pôr-se em marcha”.
Voltei umas páginas atrás pois recordava-me de ter lido sobre a forma como criava as suas personagens “Todas sem excepção atravessam uma fronteira que eu só contornei. (…) O romance não é uma confissão do autor, mas uma exploração do que a vida humana é nesta armadilha em que o mundo se converteu”.
Acho que é esta esquizofrenia que nos atrai nos nossos autores favoritos. Através deles atravessamos as fronteiras que o nosso ser não consegue pela forma como está preso ao corpo, à matéria, à sua própria existência. Já a imaginação faz-nos SER tudo.
Vi-o freneticamente a bater as teclas de uma pesada máquina de escrever, envolto na penumbra de uma luz amarela, durante a noite, com uma nuvem de fumo em redor da cabeça, enquanto criava e materializava uma cena tão real no seu imaginário como na vida das suas pessoas. Matou nessa noite aquele “fotógrafo” com a mesma leveza com que as outras personagens da cena seguiram o seu caminho e “voltaram a pôr-se em marcha”.
Voltei umas páginas atrás pois recordava-me de ter lido sobre a forma como criava as suas personagens “Todas sem excepção atravessam uma fronteira que eu só contornei. (…) O romance não é uma confissão do autor, mas uma exploração do que a vida humana é nesta armadilha em que o mundo se converteu”.
Acho que é esta esquizofrenia que nos atrai nos nossos autores favoritos. Através deles atravessamos as fronteiras que o nosso ser não consegue pela forma como está preso ao corpo, à matéria, à sua própria existência. Já a imaginação faz-nos SER tudo.
segunda-feira, 22 de abril de 2013
Um pensamento de Vergílio Ferreira
"Vive o Dia de Hoje! Não penses para amanhã. Não lembres o que foi de ontem. A memória teve o seu tempo quando foi tempo de alguma coisa durar. Mas tudo hoje é tão efémero. Mesmo o que se pensa para amanhã é para já ter sido, que é o que desejamos que seja logo que for. É o tempo de Deus que não tem futuro nem passado. Foi o que dele nós escolhemos no sonho do nosso absoluto. Não penses para amanhã na urgência de seres agora. Mesmo logo à tarde é muito tarde. Tudo o que és em ti para seres, vê se o és neste instante. Porque antes e depois tudo é morte e insensatez. Não esperes, sê agora. Lê os jornais. O futuro é o embrulho que fizeres com eles ou o papel urgente da retrete quando não houver outro."
Vergílio Ferreira (1916-1996), in Escrever
domingo, 21 de abril de 2013
Desafio Doce e Gelado * 2 * Magnum, Loving Kiss
Gelado nº2
Magnum, Loving Kiss, Meringue et Fruits Rouges
Bom...
...mas decididamente gelados de fruta não são a minha praia!
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Um pensamento de Jean Commerson
O medo é um microscópio que aumenta o perigo.
Jean Commerson (1802 -1879)
Jean Commerson (1802 -1879)
domingo, 14 de abril de 2013
Desafio Doce e Gelado * 1 * Magnum, First Kiss
Decidi esta Primavera/Verão finalmente levar a cabo um desafio Doce e Gelado... experimentar todos os gelados do cartaz Olá 2013. Não vale repetir até acabar a lista.
Gelado nº 1
Magnum, First Kiss, Crème Brûlée
Um delírio para quem Adora caramelo!!!
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Há pessoas... e pessoas!
"Há pessoas tão aborrecidas que nos fazem perder um dia inteiro em cinco minutos." (Jules Renard - 1864-1910)
Não podia estar mais de acordo. Há uns quantos seres que nos cansam só de trocarem meia dúzia de palavras connosco. Articulam impropérios capazes de irritar as pedras da calçada. Ou simplesmente capazes de fazer fugir as pedras da calçada.
E depois há as outras...
... Aquelas que nos fascinam e nos fazem ganhar um dia inteiro num segundo.
terça-feira, 9 de abril de 2013
Mais um pensamento de Victor Hugo
Não imites nada nem ninguém.
Um leão que copia um leão torna-se um macaco.
Victor Marie Hugo (1802-1885)
Um leão que copia um leão torna-se um macaco.
Victor Marie Hugo (1802-1885)
domingo, 7 de abril de 2013
domingo, 31 de março de 2013
Um pensamento de Thomas Edison
Génio: 1% de inspiração e 99% de transpiração.
Thomas Edison (1847 - 1931)
Thomas Edison (1847 - 1931)
sábado, 30 de março de 2013
On the Top of the WORLD :-)
Sou R... mas não sou Red :-) A música promocional da Vodafone é definitivamente contagiante, escolherem os Imagine Dragons com este On the Top of the World não podia ser melhor. Transporta-nos para o mundo das coisas boas... das good vibes... dos sorrisos... dos sonhos... e das realizações.!!!
"And I know it’s hard when you’re falling down
And it’s a long way up when you hit the ground
Get up now, get up, get up now.
And it’s a long way up when you hit the ground
Get up now, get up, get up now.
Cause I’m on top of the world, ‘ay"
Andava a procurar o video oficial do grupo e... encontrei este de uma Rian Archer... from the other side of the world, Seabrook Island, na Carolina do Sul.
On the Top of the WORLD :-)
Versão RED
On the Top of the WORLD - Imagine Dragons
If you love somebody
Better tell them while they’re here ’cause
They just may run away from you
You’ll never know quite when, well
Then again it just depends on
How long of time is left for you
I’ve had the highest mountains
I’ve had the deepest rivers
You can have it all but life keeps moving
I take it in but don’t look down
‘Cause I’m on top of the world, ‘ay
I’m on top of the world, ‘ay
Waiting on this for a while now
Paying my dues to the dirt
I’ve been waiting to smile, ‘ay
Been holding it in for a while, ‘ay
Take you with me if I can
Been dreaming of this since a child
I’m on top of the world.
I’ve tried to cut these corners
Try to take the easy way out
I kept on falling short of something
I coulda gave up then but
Then again I couldn’t have ’cause
I’ve traveled all this way for something
I take it in but don’t look down
‘Cause I’m on top of the world, ‘ay
I’m on top of the world, ‘ay
Waiting on this for a while now
Paying my dues to the dirt
I’ve been waiting to smile, ‘ay
Been holding it in for a while, ‘ay
Take you with me if I can
Been dreaming of this since a child
I’m on top of the world.
Oooooooo... OoooAhhhhhOoooAhhhhh[2x]
‘Cause I’m on top of the world, ‘ay
I’m on top of the world, ‘ay
Waiting on this for a while now
Paying my dues to the dirt
I’ve been waiting to smile, ‘ay
Been holding it in for a while, ‘ay
Take you with me if I can
Been dreaming of this since a child
And I know it’s hard when you’re falling down
And it’s a long way up when you hit the ground
Get up now, get up, get up now.
And I know it’s hard when you’re falling down
And it’s a long way up when you hit the ground
Get up now, get up, get up now.
‘Cause I’m on top of the world, ‘ay
I’m on top of the world, ‘ay
Waiting on this for a while now
Paying my dues to the dirt
I’ve been waiting to smile, ‘ay
Been holding it in for a while, ‘ay
Take you with me if I can
Been dreaming of this since a child
I’m on top of the world.
quinta-feira, 28 de março de 2013
Joana Vasconcelos no Palácio da Ajuda
Uma combinação perfeita. A mistura de estilos e de épocas que nos faz caminhar por entre as salas do Palácio da Ajuda na expectativa de encontrar a próxima obra de Joana Vasconcelos. Para quem não conhece o Palácio a descoberta é anda mais interessante. De certeza que a D. Maria Pia teria adorado!!!
Todos os dias: das 10h00 às 19h00 - Sábado das 10h00 às 21h00 | Encerra à quarta-feira
LET'S FLY AWAY...
Fotos: RRS
terça-feira, 26 de março de 2013
Um pensamento de Madame de Stael
Os arrogantes são como os balões:
basta uma picadela de sátira ou de dor para dar cabo deles.
Madame de Stael (1766-1817)
basta uma picadela de sátira ou de dor para dar cabo deles.
Madame de Stael (1766-1817)
Arrogante, EU?!
domingo, 24 de março de 2013
Just Give me a Reason
"We're not broken just bent | And we can learn to love again"
Just Give Me A Reason (Pink feat. Nate Ruess)
Right from the start
You were a thief, you stole my heart
And I, your willing victim
I let you see the parts of me
That weren't all that pretty
And with every touch
You fixed them
Now you've been talking in your sleep oh oh
Things you never say to me oh oh
Tell me that you've had enough
Of our love
Our love
Just give me a reason
Just a little bit's enough
Just a second we're not broken just bent
And we can learn to love again
It's in the stars
It's been written in the scars on our hearts
We're not broken just bent
And we can learn to love again
I'm sorry I don't understand
Where all of this is coming from
I thought that we were fine (oh we had everything)
Your head is running wild again
My dear we still have everythin'
And it's all in your mind (Yeah, but this is happenin')
You've been havin' real bad dreams oh oh
You used to lie so close to me oh oh
There's nothing more than empty sheets
Between our love, our love
Oh, our love, our love...
Just give me a reason
Just a little bit's enough
Just a second we're not broken just bent
And we can learn to love again
I never stopped
You're still written in the scars on my heart
You're not broken just bent
And we can learn to love again
Oh tear ducts and rust
I'll fix it for us
We're collecting dust
But our love's enough
You're holding it in
You're pouring a drink
No nothing is as bad as it seems
We'll come clean
Just give me a reason
Just a little bit's enough
Just a second we're not broken just bent
And we can learn to love again
It's in the stars
It's been written in the scars on our hearts
We're not broken just bent
And we can learn to love again
Just give me a reason
Just a little bit's enough
Just a second we're not broken just bent
And we can learn to love again
It's in the stars
It's been written in the scars on our hearts
We're not broken just bent
And we can learn to love again
Oh, we can learn to love again
Oh, we can learn to love again
Oh, that we're not broken just bent
And we can learn to love again
Qual será a diferença entre uma relação estar partida ou apenas dobrada? Ou melhor como é que se percebe essa diferença? E se estiver apenas dobrada será que as pessoas conseguem aprender a amar-se outra vez? Ou as memórias ficam submersas num perdão que vai evaporando com os anos, até que nos deem provas que nos convencem que o primeiro perdão nunca devia ter existido, e que a reincidência é tão humana e certa quanto o ar que respiramos...
Qual é que é o limite? Até onde é que aguentamos? Ou até que ponto é que nos queremos esforçar para que as dinâmicas relacionais funcionem? Se calhar é mais fácil deitar as culpas para o outro lado e vitimizarmo-nos. O outro faz e acontece. O outro devia ter feito e acontecido. E nós? Seremos assim tão perfeitos? Não teremos também desiludido o outro?
Outras vezes pelo contrário martirizamo-nos, como se a culpa fosse toda nossa. Como se vissemos tudo de uma perspectiva errada, e como se o outro tivesse cheio de verdade, e nós repletos de fantasiosos episódios. Não deviamos de ter feito. Não deviamos de ter dito. E o outro será assim tão perfeito? Não nos terá ele desiludido a nós?
Por muito que a culpa pese mais num dos lados da balança, uma relação é isso mesmo uma balança. Que será mais sólida quanto mais o fiel estiver equilibrado.
Quando somos apenas espectadores de outros filmes conseguimos ter a lucidez de pôr pedrinhas no lado certo para ajudar a equilibrar esse fiel. E quando gostamos das pessoas temos tanta vontade que elas se aprendam a amar outra vez. Porque gostamos de as ver juntas e porque achamos que elas têm tudo para dar certo se se esforçarem.
Mas se calhar amar não exige esforço... exige vontade de se ser melhor, por nós... e pelo outro.
Just Give Me A Reason (Pink feat. Nate Ruess)
Right from the start
You were a thief, you stole my heart
And I, your willing victim
I let you see the parts of me
That weren't all that pretty
And with every touch
You fixed them
Now you've been talking in your sleep oh oh
Things you never say to me oh oh
Tell me that you've had enough
Of our love
Our love
Just give me a reason
Just a little bit's enough
Just a second we're not broken just bent
And we can learn to love again
It's in the stars
It's been written in the scars on our hearts
We're not broken just bent
And we can learn to love again
I'm sorry I don't understand
Where all of this is coming from
I thought that we were fine (oh we had everything)
Your head is running wild again
My dear we still have everythin'
And it's all in your mind (Yeah, but this is happenin')
You've been havin' real bad dreams oh oh
You used to lie so close to me oh oh
There's nothing more than empty sheets
Between our love, our love
Oh, our love, our love...
Just give me a reason
Just a little bit's enough
Just a second we're not broken just bent
And we can learn to love again
I never stopped
You're still written in the scars on my heart
You're not broken just bent
And we can learn to love again
Oh tear ducts and rust
I'll fix it for us
We're collecting dust
But our love's enough
You're holding it in
You're pouring a drink
No nothing is as bad as it seems
We'll come clean
Just give me a reason
Just a little bit's enough
Just a second we're not broken just bent
And we can learn to love again
It's in the stars
It's been written in the scars on our hearts
We're not broken just bent
And we can learn to love again
Just give me a reason
Just a little bit's enough
Just a second we're not broken just bent
And we can learn to love again
It's in the stars
It's been written in the scars on our hearts
We're not broken just bent
And we can learn to love again
Oh, we can learn to love again
Oh, we can learn to love again
Oh, that we're not broken just bent
And we can learn to love again
quarta-feira, 20 de março de 2013
Um pensamento de Lord Byron
A recordação da felicidade já não é felicidade.
A recordação da dor ainda é dor.
Lord Byron (1788-1824)
A recordação da dor ainda é dor.
Lord Byron (1788-1824)
domingo, 17 de março de 2013
Rest of my life
“I blow some smoke just to give my lungs a test
Cause why tic toc to life
To arrive safely at death”
Não sei porquê mas esta música dá-me uma energia qualquer.
If you live for something
You're not alone, my friend
So fill up your cup and lift your lighter
And toast to life
They say what don't kill me can make me stronger
So two drinks at night should help me live longer
I blow some smoke just to give my lungs a test
Cause why tic toc to life
To arrive safely at death
I'm on a journey, yeah I'm on a road
Sometimes I gotta close my eyes
Just to open my soul
And tonight is the night
I got a feeling that I'm about to act a fool
So if you go fix some drinks
Me and usher are about to break some rules
Got somewhere to go but the world is moving slow
I was born for the fast life
I go for broke, a lesson I can't afford
But for what it's worth I'm ready to play
For the rest of my life
For the rest of my life
For the rest of my life
If I got one life to live, I'mma party til I'm dead
What the hell is a life worth living if it's not on the edge
Tryna keep my balance I'm twisted so just in case I fall
Ring on my tomb, don't you say women, weed and alcohol
Got somewhere to go but the world is moving slow
I was born for the fast life
I go for broke, a lesson I can't afford
But for what it's worth I'm ready to play
For the rest of my life
For the rest of my life
If you live for something
You're not alone, my friend
So fill up your cup, lift your light up
And toast to life
I'm stuck in this moment
Freeze the hands of time
Cause I feel inner peace
When I'm out of my mind
And you can call me crazy
But I like to roll the dice
So I'm willing to bet that I'mma be crazy
For the rest of my life
For the rest of my life
For the rest of my life
Cause why tic toc to life
To arrive safely at death”
Não sei porquê mas esta música dá-me uma energia qualquer.
De que é que serve atravessarmos esta vida sem nos darmos a possibilidade de a desfrutar de forma intensa. Às vezes limitamo-nos a acordar, respirar, comer e dormir. Onde é que fica o prazer de andar por cá? Os grandes momentos às vezes demoram demasiado tempo a acontecer, e os dias banais correm à velocidade da luz. É por isso mais que óbvio que cada dia deve ser sentido como um grande momento… afinal não vale a pena chegarmos “a salvo à morte”!!!
Rest Of My Life (feat. Usher, David Guetta)
If you live for something
You're not alone, my friend
So fill up your cup and lift your lighter
And toast to life
They say what don't kill me can make me stronger
So two drinks at night should help me live longer
I blow some smoke just to give my lungs a test
Cause why tic toc to life
To arrive safely at death
I'm on a journey, yeah I'm on a road
Sometimes I gotta close my eyes
Just to open my soul
And tonight is the night
I got a feeling that I'm about to act a fool
So if you go fix some drinks
Me and usher are about to break some rules
Got somewhere to go but the world is moving slow
I was born for the fast life
I go for broke, a lesson I can't afford
But for what it's worth I'm ready to play
For the rest of my life
For the rest of my life
For the rest of my life
If I got one life to live, I'mma party til I'm dead
What the hell is a life worth living if it's not on the edge
Tryna keep my balance I'm twisted so just in case I fall
Ring on my tomb, don't you say women, weed and alcohol
Got somewhere to go but the world is moving slow
I was born for the fast life
I go for broke, a lesson I can't afford
But for what it's worth I'm ready to play
For the rest of my life
For the rest of my life
If you live for something
You're not alone, my friend
So fill up your cup, lift your light up
And toast to life
I'm stuck in this moment
Freeze the hands of time
Cause I feel inner peace
When I'm out of my mind
And you can call me crazy
But I like to roll the dice
So I'm willing to bet that I'mma be crazy
For the rest of my life
For the rest of my life
For the rest of my life
quarta-feira, 13 de março de 2013
quarta-feira, 6 de março de 2013
Um pensamento do Marquês de Maricá
O arrependimento é ineficaz quando as reincidências são consecutivas.
Marquês de Maricá (1773-1848)
terça-feira, 5 de março de 2013
Desfado... ou antes sentir que não sentir
No verão passado, depois de me lamentar sobre o vazio que é a condição de "não sentir", a minha querida Su enviou-me um link com a música Desfado, da Ana Moura.
O amor é tão contraditório. Enche-nos de uma alegria imensa, e retira-nos a vontade de viver. Faz-nos sorrir, e num ápice permite que nos desfaçamos em lágrimas. Dá-nos a ilusão de que vamos viver para sempre, e de seguida retira-nos o chão debaixo dos pés. Convida-nos a partilharmos a nossa essência, e enche-nos de um certo egoísmo de tanto bem querer. É a intensidade do presente, e uma saudade desconcertante.
Mas por muito que as nossas emoções andem em looping, não há nada como sentir.
Quando se sente, transborda-se humanidade, quer seja amor ou desamor. Ao contrário, quando entramos na idade do gelo, e não há nada para sentir, somos invadidos por uma estranha sensação de desconforto. Pode até haver paz, mas ouvimos um eco interior, que canta: "Ai que saudades, que eu tenho de ter de ter saudades..."
Desfado - Ana Moura
Quer o destino que eu não creia no destino
E o meu fado é nem ter fado nenhum
Cantá-lo bem sem sequer o ter sentido
Senti-lo como ninguém, mas não ter sentido algum
Ai que tristeza, esta minha alegria
Ai que alegria, esta tão grande tristeza
Esperar que um dia eu não espere mais um dia
Por aquele que nunca vem e que aqui esteve presente
Ai que saudade
Que eu tenho de ter saudade
Saudades de ter alguém
Que aqui está e não existe
Sentir-me triste
Só por me sentir tão bem
E alegre sentir-me bem
Só por eu andar tão triste
Ai se eu pudesse não cantar "ai se eu pudesse"
E lamentasse não ter mais nenhum lamento
Talvez ouvisse no silêncio que fizesse
Uma voz que fosse minha cantar alguém cá dentro
Ai que desgraça esta sorte que me assiste
Ai mas que sorte eu viver tão desgraçada
Na incerteza que nada mais certo existe
Além da grande incerteza de não estar certa de nada
E o meu fado é nem ter fado nenhum
Cantá-lo bem sem sequer o ter sentido
Senti-lo como ninguém, mas não ter sentido algum
Ai que tristeza, esta minha alegria
Ai que alegria, esta tão grande tristeza
Esperar que um dia eu não espere mais um dia
Por aquele que nunca vem e que aqui esteve presente
Ai que saudade
Que eu tenho de ter saudade
Saudades de ter alguém
Que aqui está e não existe
Sentir-me triste
Só por me sentir tão bem
E alegre sentir-me bem
Só por eu andar tão triste
Ai se eu pudesse não cantar "ai se eu pudesse"
E lamentasse não ter mais nenhum lamento
Talvez ouvisse no silêncio que fizesse
Uma voz que fosse minha cantar alguém cá dentro
Ai que desgraça esta sorte que me assiste
Ai mas que sorte eu viver tão desgraçada
Na incerteza que nada mais certo existe
Além da grande incerteza de não estar certa de nada
segunda-feira, 4 de março de 2013
domingo, 3 de março de 2013
Um pensamento de Johann Goethe
De um modo geral, o homem tem de andar às apalpadelas; não sabe de onde veio nem para onde vai, conhece pouco do mundo e menos ainda de si mesmo.
Johann Goethe (1749 -1832)
Johann Goethe (1749 -1832)
sábado, 2 de março de 2013
Encontrei a minha luva.com
Depois de procurar e perguntar em todos os sítios por onde tinha passado, de ter dado a volta à casa e ao automóvel, de ter pedido a esperança e de estar na iminência de atirar para o lixo o par direito da minha luva preta... eis que ela reaparece atrás do banco do meu carro.
Camaleonicamente confundiu-se com o espaço, escapando-se habilmente a uma busca noctura. Acho que a ouvi sussurar "vê lá se para próxima tomas melhor conta de mim!".
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Perdi uma luva.com
Lá se foi a mão direita do meu par de luvas favorito. Pretinhas, justinhas, com umas ilhosesinhas prateadinhas. Compradas na emblemática luvaria Ulisses há uns 4 anos. Nunca tinha perdido uma luva, tinha de haver uma primeira vez para tudo.
Perder uma luva é uma coisa tão estúpida. Ficamos com a metade, mas para que é que nos serve? É uma espécie de divisão "indivisivel"!
Quando o bem desaparece no seu todo, ainda se compreende... Ficamos meio entristecidos, lamentamos, mas não há nada a fazer, perdeu-se está perdido.
Agora perder uma meia, perder um brinco, perder um chinelo... é uma espécie de massacre, especialmente porque não temos coragem de atirar de imediato a outra parte do par fora, na esperança que a sua cara metade reapareça.
Agora perder uma meia, perder um brinco, perder um chinelo... é uma espécie de massacre, especialmente porque não temos coragem de atirar de imediato a outra parte do par fora, na esperança que a sua cara metade reapareça.
E lá está a minha luva, em cima de uma cadeira a olhar para mim com um ar reprovador e a chamar-me despistada... não posso deixar de lhe dar toda a razão!
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Um pensamento de François La Rochefoucauld
O grande prazer que nos dá falarmos de nós próprios deve fazer-nos recear não darmos nenhum aos que nos ouvem.
François La Rochefoucauld (1613-1680)
François La Rochefoucauld (1613-1680)
O egocentrismo tem destas coisas. As pessoas ficam tão inspiradas em si mesmas, e tão embaladas nos seus calorosos relatos sobre as suas magníficas vidas, que nem se apercebem do tédio que geram em seu redor. Qualquer assunto do planeta tem de estar ligado à sua existência, que é afinal o assunto mais importante à escala global. As suas experiências são as mais intensas. As suas viagens as mais interessantes. Os livros que lêem têm o melhor conteúdo. Os restaurantes que escolhem têm um toque especial. E as suas familias são tão perfeitas, que mais um pouco estariam à altura de ilustrar as caixas de cereais das famílias americanas nos anos 60.
E nós ouvimos.... ouvimos....ouvimos.... E acenamos simpaticamente com a cabeça, fingindo prestar atenção. Ao mesmo tempo emerge sobre nós um balão invisível tipo herói de BD, onde exclamamos em letras garrafais: MAS O QUE É QUE ISSO ME INTERESSA?
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Andar de metro tem destas coisas
Quem diria que andar debaixo da terra, sem luz e enlatado tipo bom petisco, seria tão inspirador. "She smiled at me on the subway She was with another man But I won't lose no sleep on that | 'Cause I've got a plan."
Andar de metro tem destas coisas, e outras também
http://teoriassemgarantia.blogspot.pt/2012/10/perolas-na-cidade-1.html
http://teoriassemgarantia.blogspot.pt/2012/10/perolas-na-cidade-1.html
domingo, 24 de fevereiro de 2013
Música ambiente e parques de estacionamento
Há tempos estacionei o automóvel no parque de estacionamento do Chiado. Depois de descer até ao submundo do piso -4, onde havia finalmente uma luzinha verde que assinalava a presença de um lugar livre, parei a viatura. Sai do carro e não avistei viva alma. Tocava música clássica. Mas não era uma peça reconfortante, ao invés fazia lembrar a icónica cena do psycho do Hitchcock. Guardei rapidamente umas coisas na bagageira e em passo rápido esgueirei-me até ao elevador.
Dias depois estacionei o carro no parque do Marquês. Apercebi-me que a banda sonora era semelhante. A peça musical era ligeiramente menos arrepiante, mas também nos transportava para uma cena cinematográfica, daquelas que nos fazem ter pesadelos à noite, e acender a luz para nos certificarmos que está realmente tudo bem.
Parques de estacionamento e músicas tristes, ou demasiado emocionais NÃO COMBINAM.
Adoro a ária “Una furtiva lagrima”, da opera "L'elisir D'amore" de Gaetano Donizetti mas se a ouvisse tocar neste cenário, fugiria a sete pés. E certamente que ficaria arrepiada, não pela emoção musical, mas pelo mais primitivo sentimento de medo. Será apenas um problema de imaginação fértil?!...
domingo, 17 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Coisas difíceis de encontrar * 6
O AMOR...
"Mas depois o tempo passa, um ano, três anos, ou duas semanas - já notaste que o amor, tal como a morte, tem um tempo que se não mede por relógio ou calendário?... - e falham os grandes projectos, ou não têm o êxito que se imaginava. E então separam-se, rancorosos ou indiferentes, e novamente acreditam e vão em busca de outra companhia".
In a Mulher Certa, de Sándor Márai
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Um pensamento de Francis Bacon
A esperança é um bom almoço mas um mau jantar.
Francis Bacon (1561-1626)
Francis Bacon (1561-1626)
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Horóscopo sem garantia... AQUÁRIO
Os nascidos entre 21 de Janeiro de 19 de Fevereiro estão sob o signo solar de AQUÁRIO.
Querido Aquário o mês de Fevereiro não será fácil. Mas de uma coisa pode ter a certeza, se sobreviver à tempestade poderá desfrutar da bonança. Não de uma bonança qualquer, mas de uma bonança em grande estilo uma ilha paradisíaca a apanhar banhos de sol e a hidratar-se beberricando uma água de côco.
A saúde física estará debilitada. Fortes dores nas costas serão uma constante durante todo o mês. Sugiro que ao longo do dia se vá pendurando nas portas que encontrar. Antes de sair de casa, pendure-se na porta. Quando chegar ao trabalho, estique-se na porta. Antes de ir almoçar pendure-se na porta, e assim por diante proporcionando à sua espinha momentos de bem estar e relaxamento.
Quanto à saúde mental, terá tendência para se sentir à beira da loucura. Queime incensos variados e cante muito “Cumbaia my lord”, desta vez será o seu espírito a beneficiar de momentos de relaxamento.
E porque não pendurar-se na porta enquanto canta “Cumbaia my lord”. Assim estará perfeitamente alinhado com o universo e atrairá até si “o crème de la crème” das energias positivas.
Para melhorar as suas finanças, comece por tratar a sua oniomania, seja ela de que tipo for, vai ver que lhe sobra dinheiro e o seu saldo evoluirá a contento.
No Amor querido Aquário deixe-se levar pelo coração. Talvez ele o empurre para um precipício mas como disse D. Luísa de Gusmão “antes rainha por um dia, que duquesa a vida toda”.
Dia de sorte: 12 de Fevereiro é Carnaval, vai puder incorporar aquilo que quiser (estrunfe, bruxa, diabo, fada, pinguim, pai natal) o importante é ter imaginação.
Dia de azar: 14 de Fevereiro, para os solteiros é um dia negro que marca o facto de estarem solteiros, para os acompanhados é um dia negro em que lá terão de puxar os cordões à bolsa em mais uma comemoração imposta socialmente.
Lembre-se que o sentido de humor é o melhor remédio para superar qualquer obstáculo.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
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